terça-feira, 12 de novembro de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Crescer na Graça e conhecimento de Jesus.
O que é crescer na Graça ?,
Para ser abençoado, esqueça as religiões, as doutrinas de homens, ouça agora o que diz a "palavra" de Deus.
Ele mostra o seu desejo e vontade para com todos nós, quando resolvemos ouvir sua "palavra", por que a fé vem por ouvir, a "palavra" de Deus.
E tendo fé, tudo é possivel ao que crer , Deus pode e deseja abençoa-lo nesta hora.
Então não perca tempo, ouça esta mensagem , seja rica e poderosamente abençoado.
Pr.Guilherme Corrêa
ouça aqui
domingo, 11 de agosto de 2013
A autoridade de Deus e nós.
Ouça esta esclarecedora mensagem, Deus promete bençãos a todos que colocam-se debaixo de sua autoridade.
sábado, 10 de agosto de 2013
Entrai pela porta estreita -

sexta-feira, 19 de julho de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
O Deus que quebra todas as maldições .
Ouça agora :
Pr. Guilherme Corrêa
domingo, 9 de junho de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
AS LEIS ESPIRITUAIS E A GRAÇA DE DEUS
Ouça ou assista esta mensagem, é para voce esclarecedora pois se o fim da Lei é Cristo,Romanos 10,4
.
. POR QUE ? TEMOS AINDA LEIS ESPIRITUAIS A SEREM CUMPRIDAS POR NÓS.
Como ser abençoado, prospero e curado.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
A DIFERENÇA ENTRE O CRENTE E O DISCÍPULO*
A DIFERENÇA ENTRE O CRENTE E O DISCÍPULO*
“E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regiões superiores, chegou a Éfeso; e achando ali alguns discípulos”. Atos 19.1
Todo discípulo é um crente, mas nem todo crente é um discípulo. Sabe por quê?
O crente espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.
O crente luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.
O crente se ganha; o discípulo se faz.
O crente depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.
O crente gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.
O crente entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
O crente precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros.
O crente espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades.
O crente reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.
O crente é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé.
O crente exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
O crente busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.
O crente pensa em si mesmo; o discípulo pensa nos outros.
O crente se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
O crente pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo.
O crente vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
Os crentes aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades.
Os crentes foram transformados pelo mundo; os discípulos transformaram, transformam e transformarão o mundo.
Os crentes esperam milagres; os discípulos os fazem.
O crente velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.
Os crentes se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo.
Os crentes são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.
O crente cuida das estacas de sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território.
O crente sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real.
A meta do crente é ir para o Céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o Céu.
O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo.
O crente necessita de festas para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre.
O crente espera um avivamento; O discípulo é parte dele.
O crente agoniza sem nunca morrer; o discípulo morre para dar vida a outros.
O crente longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação.
Ao crente se promete uma almofada; ao discípulo se entrega uma cruz.
O crente é sócio; o discípulo é servo.
O crente cai nas ciladas do Diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir.
O crente responde talvez... o discípulo responde eis-me aqui.
O crente preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo prega e faz outros discípulos.
O crente espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.
O crente é pastoreado como ovelha. O discípulo apascenta os cordeiros.
O crente pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.
Os crentes se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a Sua presença através do Espírito Santo.
O crente segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já limpou.
O crente não se relaciona com membros de outras igrejas; o discípulo ama a todos, pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus.
O crente procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão.
O crente espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor.
Lembre-se: “As grandes obras são sonhadas por gênios, realizadas por trabalhadores natos, desfrutadas por felizardos de bom senso e criticadas pelos inúteis de sempre”. Em qual classe você se enquadra?
SOLI DEO GLORIA NUNC ET SEMPER
* Artigo recebido por e-mail. Autor desconhecido.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Em Espirito e em Verdade
Ouvir
Download
Fundamento Histórico :
No ano de 722 antes de Cristo, o reino da Samaria foi vencido pelo rei da Assíria, e o povo foi levado para a Assíria em cativeiro. Durante este tempo, povos pagãos, não judeus, vieram para a Samaria, e houve muitos casamentos mistos de judeus que permaneceram em Samaria (nem todos foram para o exílio) com pessoas pagãs.
Isto era proibido pela lei de Moisés; por isso o povo de Jerusalém entrou em conflito com os samaritanos. Não os consideravam mais judeus por terem se misturado com povos não judeus.
De acordo com alguns indícios históricos, após a queda da Samaria em 722, a população local foi deportada em parte, mas, uma parte permaneceu. Foram introduzidos colonizadores estranhos que se misturaram com a população que permaneceu. Houve uma mistura entre o remanescente de Israelitas e os colonizadores estrangeiros. Por motivos tendenciosos, a versão judaica ignora o primeiro grupo e os Samaritanos o segundo. (Gaster, T.H. artigo “Samaritans” em George A. Buttrick, The Interpreter’s Dictionary of the Bible, New York: Abingdon Press, 1962. Vol 4, pp. 191-2.)
Hoje, só Deus sabe o que há de verdade e equívoco nas duas versões. Mas, com estas visões tão contraditórias das origens dos Samaritanos, dá para imaginar como o conflito entre eles era grande e acirrado naquela época.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Leia aqui sobre os terremotos e tsumanis publicado no Jornal Gospel de Peruíbe
AUTORIDADES CONSTITUIDAS X PERMISSIVIDADE DIVINA